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“Não é G11. É o Grupo da União”, disse Maria da Guia em resposta ao Grupo de coalização oposicionista formado recentemente.

No evento do PR no município de Floriano,realizado no último sábado,02, em que o médico Hugo Leal foi conduzido a presidência do diretório municipal do Partido da República (PR), e chancelado pelo secretário geral do partido, o deputado federal, Silas Freire.A vereadora Maria da Guia falou  à respeito do recente grupo formado de oposição ao Prefeito de Floriano Gilberto Júnior.

A convenção foi concorridíssimo.Teve a participação de muitas lideranças politica de Floriano.Entre os presentes,estava o deputado estadual estadual, Joel Rodrigues (PTB).E também, a notável presença do grupo político denominado pela mídia de G11 – são 11siglas (PPS,PTC,PSDB,PMDB,DEM,PEN,PROS,PPL,PR,PMN,PTN) que reafirmarem a sua posição de oposição ao Prefeito Gilberto Júnior (PSB)- chamou atenção.

O G11 esteve em peso para parabenizar o Dr Hugo – uma correção - tivemos as faltas de Ana Cleide (DEM) e  Dr Conergundes (PSDB).
Destaque dos presentes do G11 no evento. Em ordem alfabética. É para Almir Reis (PMDB), Enéas Maia (PSDB) e vereadora Maria da Guia (PROS).

A última liderança política,logo após, o encerramento da convenção, conversou com F1floriano.

Surpresa

No inicio da entrevista, Da Guia tratou-se de corrigir a expressão “G11”.

Sim.Isso mesmo.Para ela, a força de coalização deve ser denominada de Grupo de União.

“Eu falo que nem é G11 [...] Que é Grupo de União (de siglas políticas) de Floriano”, disse a vereadora.

E ela explica o objetivo do ‘grupão’: “(O Grupo de União de Floriano) vai realizar um trabalho para que realmente possa apresentar em 2016 uma chapa escolhida pela população de Floriano e não pelo grupo [...] que está nascendo em Floriano”.

- E a razão de reunir tantas siglas?
- Discutir Floriano.


Para vereadora, os problemas enfrentados pela atual gestão do município- que hoje são as pautas de discussão dentro do Grupo de União e não a definição de que será o candidato de 2016- são ocasionados por dois motivos: A primeira, é a ‘crise econômica e política’, que o país atravessa - na última, Da Guia levanta uma hipótese, a existência de ‘concentração das decisões na Prefeitura de Floriano’. Ela diz sem revelar nomes.

“Olha! Na verdade, é que sabemos de conhecimento de todos nós que o Brasil passa por uma ‘crise geral’, isso respinga em nossa cidade [...] Que precisa de fato que realmente exista uma integração melhor entre as pessoas que representam, estão representando administração municipal (prefeito e secretários) que eles possam estar mais afinado um com outro [...] precisa de uma sintonia melhor para conversar e vê com bons olhos os problemas existentes no município”


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