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Vereador diz que oferta de40 horas na educação de FLO é manobra política.


Na noite de ontem, 11, foi realizada uma audiência pública na Câmara de Vereadores de Floriano, para tratar de Previdência e do segundo turno dos professores na rede de ensino do Município. O Ministério Público fez presente com o promotor de Justiça José Arimáteia.E Dezenas de professores ocuparam a galeria da Câmara.Também fizeram presentes a Presidente do Sinte Regional de Floriano, a professora Léa Almeida e, o secretário de Educação do Município, Nelson Júnior.

O vereador Miguel (PTB) que solicitou a audiência pública falou com a equipe do f1floriano. Segundo o petebista, a secretária de educação está reduzindo para 20 horas (um turno) professores que estão com 12 anos com 40 horas, para colocar "pessoas novas", ele sabe até de caso em que um professor(a) no estágio probatório  ganhou segundo turno.Para Miguel, a atitude é uma manobra política, que é vicio político existente há muito tempo no município.


A lei Municipal de Floriano 521/2012 estabelece que professores com mais de dois anos podem ganhar segundo turno.O diretor de Educação Professor Francisco Rodrigues de Freitas também conversou com f1floriano e rebateu as críticas do vereador petebista.Para Freitas, a dificuldade de cumprir à lei, é quadro de pessoal, se existe necessidade de um professor no ensino infantil, a secretária não vai oferecer segundo turno para um professor de matemática.

Freitas também relatou outra dificuldade para secretária:

"Como vamos oferecer segundo turno com quem está com a carta de abono permanência? (..) já mais um profissional desse vai suportar uma classe de 3ª ou 4ª ano."

Perguntado  se existe privilégios na oferta de segundo turno, Freitas foi decisivo, Ninguém viu questão política para oferecer segundo turno, se fosse assim não teríamos três diretores de escola ligados ao PTB.Segundo diretor de educação a secretária zela pela meritocracia para segundo turno.

Durante a audiência foi revelada que seis professores foram lotados com 40 horas através de ações judiciais.O promotor José Arimateia no seu discurso sugeriu que a Secretária faça a lotação a luz da lei e deixa a justiça  decidir se é constitucional ou não.Para o promotor as alegações do município não o convence.





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